Setembro Amarelo: Movimento Legendários cutuca o silêncio masculino sobre saúde mental

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Escrito por

Paulo Silva (@plhenrique)
Paulo Silva (@plhenrique)https://www.instagram.com/plhenrique
Editor de Entretenimento e Head de Social Media. Correspondente no Paraná
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Homens vivem menos, se cuidam menos e ainda escondem as próprias dores atrás da máscara da “força”. O resultado? Segundo a OMS (2022), eles são responsáveis por 78% dos suicídios. E mesmo assim, procuram ajuda psicológica seis vezes menos do que as mulheres (Fiocruz, 2021). Estamos diante de uma masculinidade em crise, marcada por solidão, crises emocionais e comportamentos destrutivos.

Solidão e vícios: a válvula de escape perigosa

Grande parte dos homens admite: se sente sozinho e sem espaço pra abrir o coração. Sem diálogo, muitos acabam indo pelo caminho mais fácil (e destrutivo): álcool, drogas, pornografia. O efeito dominó é pesado: lares desfeitos, crianças sem referência paterna, autoestima abalada e gerações mais vulneráveis aos mesmos ciclos.

“Não se trata apenas de saúde mental individual, mas de uma questão social urgente”, alerta Ricardo Martins, do Legendários Brasil.
E os números não mentem:

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  • 95% dos homicídios no Brasil são cometidos por homens.
  • Mais de 70% da população carcerária cresceu sem a presença do pai.

Quando a saúde mental masculina desmorona, o impacto atinge famílias, comunidades e o país inteiro.

O que o movimento Legendários faz na prática

O Legendários nasceu na Guatemala, se espalhou por vários países e hoje já é forte no Brasil.
Aqui, os encontros chamados de TOPs (Track Outdoor de Potencial) funcionam como espaço de escuta, vulnerabilidade e fé.

A ideia é simples e poderosa: mostrar que pedir ajuda não é fraqueza, é coragem. Ali, homens aprendem que dividir dores e buscar apoio espiritual pode ser o primeiro passo pra quebrar ciclos de solidão, divórcio, vícios e violência.

Setembro Amarelo em ação

Durante o Setembro Amarelo, o movimento amplia sua voz nas redes sociais com conteúdos informativos e campanhas de conscientização.
O objetivo é impactar estatísticas e transformar não só histórias individuais, mas também contextos familiares e sociais inteiros. É sobre abrir espaço pra conversa, quebrar o tabu e entender que saúde mental também é assunto masculino.

Resumão sem tabu

  • Homens respondem por 78% dos suicídios no mundo.
  • Procuram ajuda psicológica 6x menos que as mulheres.
  • Vícios e ausência paterna alimentam ciclos de dor e violência.
  • Legendários cria encontros (TOPs) pra ressignificar masculinidade com vulnerabilidade e fé.
  • No Setembro Amarelo, o movimento reforça a urgência desse diálogo.

E aí, bora falar sobre isso sem medo?
Se conhece alguém que precisa ouvir isso, compartilha o post.
Se for você, lembre-se: pedir ajuda é coragem, não fraqueza.

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